terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Notebook bom pra jogos

Olhando para o notebook S510, da LG, você nem dá muita coisa por ele. Mas atrás da carcaça pouco atrativa esconde-se uma configuração poderosa, pronta para se arriscar nos jogos mais pesados do momento. A responsável é a placa de vídeo GeForce 9600M GT, com 256 MB de memória dedicada. E, por falar em memória, eis outro grande diferencial do modelo: são 3 GB de RAM DDR3, com frequência de 1 066 MHz.

Completam um conjunto campeão o processador Core2Duo P8400, de 2,2 GHz, e o disco rígido de 250 GB. Com isso, a máquina alcançou a altíssima marca de 5,2 pontos no Índice de Experiência do Windows Vista Home Premium. Nos benchmarks de gráficos, a máquina chutou o balde – fez 5 645 pontos no 3DMark06, enquanto outros laptops na mesma faixa de preço, mas com vídeo onboard, não passaram de 900. Um exemplo é o elegante Vaio CS160A, da Sony.

Quando rodamos alguns games exigentes, como o Call of Juarez, da polonesa Techland, os resultados foram impressionantes: o notebook alcançou 8,6 quadros por segundo. Já no Crysis, o jogo que mais exige da placa de vídeo, é claro que ele não se virou com o pé nas costas. Mas, durante os testes, conseguimos jogar numa boa com os recursos no médio e sem anti-aliasing ligado.

 

Uma coisa diferente nesse notebook é o fato de ele não ser widescreen. Sua tela é de 15,3 polegadas, com resolução máxima de 1 440 por 900 pixels. Não é ruim, mas dá a impressão de ser pequeno para jogar. Aliás, todas as outras dimensões são enxutas (36 por 27 por 4 centímetros), levando em conta essa categoria de micros avançados. Embora não seja uma pluma para levar na mochila, uma máquina de 2,6 quilos não é nada para um gamer que está acostumado com laptops parrudos.

Outra qualidade do S510 está no áudio. Com música ou filmes tocando em volume médio, o som é cristalino e tem boa potência. Só começa a distorcer um pouco nos volumes mais altos, o que é comum para alto-falantes tão pequenos. Ao contrário do que esperávamos, por causa do desempenho acima da média, a bateria durou bastante – aguentou firme por 110 minutos no teste do Battery Eater.

As únicas reclamações ficam mesmo para o acabamento simples demais, com interior em preto fosco e tampa na cor prata, tudo meio sem graça. Além disso, alguns componentes parecem frágeis, como o botão de volume. A máquina também poderia ter duas portas USB a mais e uma FireWire cairia bem. O destaque, no quesito conectividade, é a porta eSATA, para transferências em alta velocidade (se você tiver um dispositivo nesse padrão, é claro).

 

Fonte: Info

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