segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Google Wave abre para testes nesta semana

O Wave, novo serviço do Google que promete criar um novo meio de se comunicar na internet, terá uma versão aberta para testes no próximo dia 30 de setembro voltada ao público em geral. Até o momento, o Wave é voltado apenas para desenvolvedores de aplicativos na internet selecionados pelo Google.

O Google já havia confirmado a data de 30 de setembro no blog do Wave, assim como em grupos de discussão de desenvolvedores. Serão, inicialmente, 100 mil convites distribuídos. O Wave é uma nova plataforma de troca de informações na internet, substituindo e-mails, mensagens instantâneas e permitindo o uso de aplicativos em tempo real (como tradução, por exemplo).

Para tentar conseguir uma conta no Wave, é preciso se cadastrar no endereço http://wave.google.com. Segundo o Google, a base de testes será distinta da usada pelos desenvolvedores, que já conta com mais de 6 mil cadastrados.

 

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

MS prepara tablet para concorrer com a Apple

A Microsoft está desenvolvendo um pequeno computador tablet para competir com um produto similar que pode ser lançado pela Apple, segundo o blog Gizmodo.

O dispositivo, denominado Courier, está no estágio de desenvolvimento de "último protótipo", acrescentou o Gizmodo, sem identificar a fonte da informação.

A Microsoft não respondeu imediatamente pedido para comentar o assunto.

O aparelho Courier tem telas duplas de sete polegadas sensíveis a toque que podem ser usadas junto com uma caneta, segundo o blog.

O lançamento próprio de um tablet pela Apple - basicamente uma versão maior do iPhone - é aguardado há muito tempo, mas até agora a companhia não anunciou planos sobre um dispositivo desse tipo.

 

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

HP e Microsoft juntas?

Durante o evento “Futuro da TI”, realizado em SP, o chairman do Gartner no Brasil, Donald Feinberg, fez previsões incluindo uma possível fusão entre HP e Microsoft.

O executivo utilizou o exemplo para demonstrar o caminho que as grandes empresas estão tomando ao fazer aquisições e parcerias com diversos provedores de serviços.

Como foi o caso da Oracle, que adquiriu a Sun, e da Cisco que deve entrar no mercado de servidores. Feinberg afirmou que a união entre HP e Microsoft seria lógica, já que o negócio uniria duas forças do hardware e do software no mundo.

As assessorias das duas empresas informaram que não pretendem comentar as especulações feitas pelo chairman da Gartner.

No mesmo evento, foram divulgados dados do Gartner que apontaram investimentos da ordem US$ 293 bilhões com TI na América Latina até 2013.

 

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A internet faz 40 anos

Se Vanusa tivesse errado o Hino Nacional, em 2 de setembro de 1969, por maior que fosse a solenidade, poucos, além dos presentes, saberiam. Talvez o fato nem chegasse aos jornais.

Naquela época não existia vídeos no YouTube. As buscas eram feitas em bibliotecas e os protestos não se estendiam a países separados por oceanos. A internet começava a surgir, mas era apenas um experimento tímido, reservado a poucos.

Há exatos quarenta anos, não mais do que vinte pessoas se reuniram em um laboratório de Kleinrock, na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, a fim de assistir dois computadores passando dados volumosos por meio de um cabo cinzento de cinco metros. Para muitos, era o nascimento da internet: um teste da uma rede militar Arpanet, motivado pela Guerra Fria.

A consolidação de uma rede de computadores ocorreu poucas semanas depois, em 29 de outubro, quando pesquisadores fizeram o servidor da universidade transmitir dados para outro servidor localizado 630 quilômetros ao norte, no Instituto de Pesquisa de Stanford.

As múltiplas redes só começaram a surgir anos adiante, na década de 1970, com a chegada dos protocolos TCP/IP. Os e-mails vieram logo em seguida, antes da virada para 1980. Na década seguinte, apesar de já existirem os sufixos padronizados “.com” e “.org”, quase ninguém usava a ferramenta de comunicação e poucos sabiam o significado da palavra “internet”.

O cenário só começou a mudar em 1989, com a chegada do WWW (World Wide Web), uma plataforma interativa criada por Tim Berners-Lee a partir da junção do hipertexto com a prática dos protocolos TCP e DNS. Dali em diante, a internet se tornou algo popular, sendo, enfim, chamada pelo próprio nome.

Ninguém imaginaria, porém, que, em menos de vinte anos, o número de pessoas conectadas chegaria a 1,5 bilhão. Neste meio tempo, seres humanos viraram “internautas” ou “usuários”, que passam cada vez mais horas em frente aos computadores, muitas vezes calados, mas emitindo e recebendo informações como nunca.

Além de notícias, da interatividade e da comunicação em tempo real, os internautas encontraram uma nova forma de entretenimento e de cultura. Para a revolta da indústria, o modo de consumir música e cinema mudou com a chegada do Napster e de muitos indexadores de BitTorrent, dos quais ainda sobrevivem Mininova e The Pirate Bay, entre outros.

“O grande dilema da internet nos próximos anos é se ficará como um espaço de liberdade, presente nos ideais de seus criadores desde o começo, ou se retrocederá a um espaço controlado”, diz Marcelo Branco, coordenador do projeto Software Livre Brasil e diretor do Campus Party.

As empresas de hoje, segundo Branco, precisam se readaptar ao modelo libertário da internet. “Não só as empresas de tecnologia, mas todas têm o grande desafio de abertura. No mundo da internet, os valores mudaram. Elas precisam se abrir se quiserem aproveitar o espaço, como é o caso do Google, por exemplo”, explica Marcelo Branco

O mundo parece viver uma época de transição e, como aconteceu nas décadas de 60, 70, 80 e 90, ninguém sabe prever o que mais a internet poderá trazer nos próximos anos. Se virão mais revoluções, interferências e invasões maliciosas, somente ela, a própria internet, poderá nos dizer. Uma coisa é quase certa: o spam continuará a existir.

 

Sony estreia TV em 3D no próximo ano

A Sony planeja lançar TVs que exibem imagens em três dimensões no próximo ano, publicou o Financial Times.

O CEO da Sony, Howard Stringer, anunciará o lançamento de TV 3D, assim como planos de tornar PCs Vaio, PlayStation 3 e players de Blu-ray compatíveis com a tecnologia durante a feira IFA, que acontece em Berlim, segundo o jornal.

O Financial Times afirmou ainda que Stringer dirá à audiência: "Assim como a alta definição alguns anos atrás, há uma variedade de questões para serem resolvidas ainda. Mas o trem do 3D está nos trilhos e nós estamos prontos para conduzi-lo".

 

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Prepare-se para a Revolução

O W3C mudou. O W3C foi criado exatamente para homologar, regularizar e criar novos padrões de publicação de informação na internet. O trabalho do W3C é exatamente criar caminhos para que os desenvolvedores e os fabricantes de browsers possam trilhar no futuro. Acontece que o W3C ficou tão grande, tão lerdo, tão aficcionado pelos problemas do futuro que acabou se perdendo nos seus próprios sonhos.

Um dos objetivos do W3C – se não o maior objetivo – é organizar toda a informação da internet. Para fazer isso, precisamos identificar toda essa informação de forma que a extração não seja complexa, pelo contrário, de maneira que a toda a informação que precisarmos possa ser extraída rapidamente, fácil e de qualquer tipo de dispositivo ou aplicação. Por isso, o W3C perdeu muito tempo criando padrões como RDF, por exemplo. Não desmerecendo essas tecnologias, mas cá entre nós, fazer bordas arredondadas para mim, hoje, é mais importante que identificar mais obviamente as informações de um site.
Alguns dos desenvolvedores, a grande maioria gringos, também tinham essa visão. A necessidade de grande parte dos desenvolvedores eram ter coisas simples como suporte a PNG, bordas arredondadas, resize de imagem no background, colocar várias imagens de backgrounds em um elemento, css animation, e assim por diante. Por isso, muitos desenvolvedores começaram reinvidicar uma alteração de prioridades. O HTML 5 surgiu daí. Muitos se enganam se acham que o HTML 5 foi idéia original do W3C. Ele surgiu de um grupo de inconformados de o HTML não ter a pelo menos 10 anos, uma nova atualização. Então começaram a estudar e a escrever um novo padrão para a linguagem. Muitos se enganam também, se acham que só o W3C pode criar padrões. Você pode criar um. Se vai haver suporte da comunidade, do W3C e dos fabricantes de browsers, é outra história. Mas você tem todo o direito de criar.

O grupo do HTML 5, queria mudar. Ele estavam cansados de usar uma tecnologia antiga e começaram a fazer o trabalho que se esperava que o W3C fizesse. Por fim, essa iniciativa ganhou tanta popularidade e ajuda de outros desenvolvedores, que o W3C resolveu abraçar a idéia e hoje ele cuida desse padrão.
O CSS3 também começou a aparecer por que o W3C abriu os olhos e resolveu começar a revolucionar a linguagem.

O W3C mudou. Os times que cuidam dessas linguagens foram divididas. Modularizadas. Deixe-me explicar. O CSS3 não será mais lançado de uma vez, mas em módulos. Há um time que cuidará da propriedade background. Outra que cuida da propriedade position, outra que cuida da propriedade border, e assim por diante. Isso possibilita que cada módulo, cada propriedade, cada parte do CSS3 e suas futuras versões sejam lançados independentemente, acelerando o processo de suporte dos browsers e utilização pelos desenvolvedores. Logo, não há mais aquela história de “Browser tal não suporte CSS3”. Mentira, ele suporta, mas algumas das funcionalidades. A mesma coisa acontece com o HTML5. Dizem que o IE8 não suporta HTML 5, mas é mentira. Ele suporta partes do HTML 5. Já há várias coisas implementadas no IE8, que fazem parte da especificação do HTML 5. Isso também acontece com os outros browsers.

A web vai ficar mais dinâmica agora. O CSS3 e o HTML 5 vieram para separar o joio do trigo. Os designers não vão mais ficar pintando quadradinhos como antes. E o pessoal que achava que o HTML é coisa de criança, se prepare, porque o buraco é mais embaixo.

 

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Lista traz incompatibilidades do Mac OS X

A Apple divulgou duas listas com diversos programas incompatíveis com seu novo sistema operacional, o Mac OS X Snow Leopard.

A primeira mostra os aplicativos que serão isolados em um diretório chamado “Incompatible Software” durante o processo de instalação, enquanto a segunda mostra o que será desabilitado quando o sistema for ativado pela primeira vez.

A empresa pede para que seus usuários avaliem entrem em contato com os desenvolvedores dos produtos para checar se existem novas atualizações compatíveis com o Snow Leopard.

Segundo o comunicado, programas de impressão serão automaticamente atualizados, caso o SO consiga encontrar suas últimas versões.

Programas que serão desabilitados durante a instalação:

- Parallels Desktop 2.5 e anteriores

- McAfee VirusScan 8.6

- Norton AntiVirus 11.0

- Internet Cleanup 5 5.0.4

- Application Enhancer 2.0.1 e anteriores

- AT&T Laptop Connect Card 1.0.4, 1.0.5, 1.10.0

- launch2net 2.13.0

- iWOW plug-in for iTunes 2.0

- Missing Sync for Palm Sony CLIE Driver 6.0.4

- TonePort UX8 Driver 4.1.0

- ioHD Driver 6.0.3

- Silicon Image SiI3132 Drivers 1.5.16.0

Programas que serão desabilitados na primeira execução:

- Parallels Desktop 3.0

- VirusBarrier X4 10.4.4 e anteriores

- SPSS 17 17.1

- Director MX 2004 10.2

- EyeTV 3.0.0 até o 3.1.0

- Ratatouille 1.1

- AirPort Admin Utility for Graphite and Snow 4.2.5